PS6 pode ter SSD de 1TB e abandonar discos, aponta novo vazamento
Novo rumor indica que o PS6 pode apostar em SSD de 1TB, foco totalmente digital e compressão neural de texturas para reduzir drasticamente o tamanho dos jogos.
Novos rumores sobre o PlayStation 6 sugerem que a Sony pode apostar em uma estratégia ousada para a próxima geração: 1TB de SSD, ausência total de leitor de discos e uso de compressão neural para reduzir o tamanho dos jogos.
PS6 pode vir com 1TB SSD e sem drive
Segundo o conhecido leaker Kepler_L2, a estimativa de custo de materiais do PS6 gira em torno de US$ 760, e a configuração considerada nesse cálculo inclui um SSD de 1TB sem leitor de discos.
A escolha teria como objetivo principal reduzir custos de fabricação, permitindo que a Sony mantenha um preço competitivo na próxima geração.
Compressão neural pode diminuir jogos drasticamente
O ponto mais interessante do rumor está no possível suporte a compressão neural de texturas, tecnologia que pode reduzir drasticamente o tamanho dos jogos.
Segundo os testes iniciais citados no vazamento, a técnica pode economizar até 7x mais espaço do que padrões atuais como BC7.
- Jogo de 150 GB poderia cair para cerca de 21 GB
- Mais espaço livre no SSD
- Downloads menores e mais rápidos
Embora o hardware do PS6 seja baseado em AMD RDNA 5 e Zen 6, ainda não está claro se a Sony usaria a tecnologia da própria AMD ou uma implementação semelhante já disponível no ecossistema da NVIDIA.
Fim dos discos parece cada vez mais provável
Outro ponto reforçado pelo rumor é que a Sony pode finalmente abandonar a mídia física na próxima geração.
O movimento faria sentido diante do crescimento do modelo digital desde o PS5 Digital Edition em 2020 e da redução contínua do varejo físico nos últimos anos.
Para colecionadores, porém, essa mudança pode ser uma das mais controversas da história da marca.
Impacto para jogadores e indústria
Se confirmado, o PS6 pode representar uma mudança importante no modelo de consumo da PlayStation, com foco total em distribuição digital, downloads menores e hardware mais enxuto.
Para os jogadores, isso pode significar mais praticidade e armazenamento otimizado, mas também levanta preocupações sobre preservação, propriedade de jogos e colecionismo.
Já para a indústria, o possível abandono dos discos seria mais um passo definitivo rumo ao ecossistema totalmente digital na geração 2027+.
Fonte: Wccftech / NeoGAF
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