The Witcher pode ganhar RPG grátis com criação de personagem, coop e combate focado em habilidade
Um novo rumor indica que a franquia The Witcher pode receber um RPG de ação cooperativo e gratuito para PC e dispositivos móveis. O jogo permitiria criar um bruxo personalizado, combinar habilidades de diferentes escolas e enfrentar monstros ao lado de outros jogadores.
Um novo jogo baseado no universo de The Witcher pode estar em desenvolvimento para PC e dispositivos móveis.
Segundo informações obtidas pelo portal MP1st, o projeto seria um RPG de ação cooperativo e gratuito, permitindo que os jogadores criem seus próprios bruxos pela primeira vez na franquia.
O título ainda não foi anunciado oficialmente pela CD Projekt RED, e detalhes como nome, estúdio responsável, plataformas definitivas e data de lançamento continuam desconhecidos.
Novo The Witcher seria gratuito e cooperativo
De acordo com o relatório, o jogo adotaria o modelo free-to-play e seria voltado para missões cooperativas.
Os jogadores poderiam formar grupos para explorar diferentes regiões, investigar ameaças e caçar criaturas inspiradas no universo criado pelo escritor Andrzej Sapkowski.
A proposta seria diferente dos principais jogos da série, que tradicionalmente apresentam campanhas individuais e forte foco narrativo.
Ainda não está claro quantos jogadores poderiam participar de cada missão ou se o título também teria conteúdo completamente solo.
Jogadores poderiam criar seu próprio bruxo
Uma das principais novidades seria a criação de personagens personalizados.
Pela primeira vez em um grande jogo da franquia, o público poderia criar seu próprio bruxo, escolhendo elementos como gênero, aparência e outros detalhes visuais.
Essa mudança permitiria que a experiência deixasse de girar exclusivamente ao redor de personagens estabelecidos, como Geralt, Ciri ou outros protagonistas conhecidos.
O sistema também combinaria com a proposta cooperativa, permitindo que cada integrante do grupo apresentasse uma identidade e um estilo de combate diferentes.
História aconteceria quando Geralt ainda era jovem
O jogo seria ambientado no ano de 1230, período em que Geralt de Rívia ainda era um jovem bruxo.
A escolha dessa época permitiria contar uma história anterior aos acontecimentos dos principais jogos da CD Projekt RED.
Mesmo sem colocar Geralt como protagonista, o título poderia apresentar referências ao personagem, a outros bruxos conhecidos e a acontecimentos importantes de sua juventude.
A ambientação também daria mais liberdade para introduzir novos personagens e conflitos sem interferir diretamente no futuro da franquia.
Missões envolveriam a caça de monstros
A estrutura principal seria baseada em contratos e missões para eliminar criaturas espalhadas pelo mundo.
Os jogadores visitariam ambientes conhecidos pelos fãs da série, incluindo florestas sombrias, vilarejos movimentados, ruínas abandonadas e regiões dominadas por ameaças sobrenaturais.
Como nos jogos principais, cada monstro poderia exigir preparação, investigação e uso de equipamentos específicos.
A equipe precisaria identificar fraquezas, preparar poções e escolher habilidades adequadas antes de iniciar os confrontos mais perigosos.
Combate dependeria da habilidade do jogador
O sistema de combate seria desenvolvido para recompensar precisão e domínio das mecânicas.
Segundo o vazamento, os jogadores precisariam executar bloqueios, esquivas, aparos e golpes finais no momento correto.
Isso indica que o jogo não dependeria apenas da força dos equipamentos ou do nível dos personagens.
A habilidade individual continuaria importante, especialmente durante batalhas contra monstros mais rápidos ou resistentes.
Diferentes escolas de bruxos estariam disponíveis
A personalização do combate também envolveria habilidades inspiradas em várias escolas de bruxos.
O jogador poderia selecionar técnicas de diferentes tradições e combiná-las para montar seu próprio estilo.
Escolas como Lobo, Gato, Grifo, Urso e Víbora possuem filosofias e especialidades distintas dentro do universo de The Witcher.
O novo projeto poderia utilizar essas diferenças para criar funções focadas em velocidade, força, resistência, magia ou ataques estratégicos.
Builds não ficariam presas a uma única escola
O relatório sugere que os jogadores poderiam selecionar habilidades de diferentes escolas, em vez de ficarem completamente presos a uma delas.
Isso abriria espaço para builds híbridas e combinações mais flexíveis.
Um personagem poderia utilizar movimentos rápidos de uma escola, técnicas defensivas de outra e habilidades mágicas de uma terceira.
A profundidade desse sistema dependeria da quantidade de habilidades disponíveis e das limitações impostas para evitar combinações desequilibradas.
Sinais terão papel importante no combate
Os tradicionais Sinais também fariam parte da progressão.
Essas habilidades mágicas simples são utilizadas pelos bruxos para atacar, defender, influenciar inimigos e controlar o ambiente.
Entre os exemplos mais conhecidos estão Igni, Aard, Quen, Yrden e Axii.
O domínio dos Sinais poderia permitir que cada jogador adotasse uma função diferente durante as missões cooperativas.
Poções também poderão ser personalizadas
A alquimia seria outro elemento central do sistema de combate.
Os jogadores poderiam preparar poções para aumentar resistência, dano, velocidade ou proteção contra determinados tipos de monstros.
Também seria possível utilizar óleos, bombas e outros recursos tradicionais da profissão de bruxo.
Em uma experiência cooperativa, a preparação adequada poderia ser decisiva para o sucesso da equipe durante contratos mais difíceis.
Combate cooperativo pode oferecer funções diferentes
A combinação entre escolas, Sinais e alquimia pode permitir que cada integrante do grupo desempenhe uma função específica.
Um jogador poderia se especializar em ataques rápidos, enquanto outro utiliza habilidades defensivas para proteger os aliados.
Também seria possível criar personagens voltados para controle de inimigos, dano à distância ou aplicação de efeitos por meio de poções e bombas.
Esse tipo de divisão tornaria a formação da equipe mais importante do que simplesmente reunir os personagens com os melhores equipamentos.
Projeto pode estar ligado a Project Sirius
O MP1st levantou a possibilidade de o jogo ser o misterioso Project Sirius.
Esse projeto multiplayer de The Witcher foi anunciado anteriormente pela CD Projekt RED e está sendo desenvolvido pelo estúdio The Molasses Flood.
A equipe é conhecida por jogos como The Flame in the Flood e Drake Hollow, e foi adquirida pela CD Projekt em 2021.
O Project Sirius passou por um reboot em 2023, indicando que sua direção original foi revisada durante o desenvolvimento.
Ausência de consoles gera dúvidas
Apesar das semelhanças, existe um detalhe que pode indicar que o novo rumor está relacionado a outro projeto.
As informações citam apenas versões para PC e dispositivos móveis, sem mencionar consoles.
Essa decisão seria incomum para um grande jogo multiplayer de The Witcher, especialmente considerando o tamanho da franquia no PlayStation e no Xbox.
Por isso, o projeto vazado pode ser diferente de Sirius ou representar uma produção separada voltada especificamente para o mercado mobile.
Parceria com a Scopely pode estar envolvida
Outra possibilidade mencionada é uma ligação com a Scopely.
A CD Projekt RED possui uma parceria com a empresa norte-americana especializada em jogos para dispositivos móveis.
A Scopely é conhecida por títulos como Monopoly GO!, Stumble Guys e Star Trek: Fleet Command.
Um RPG gratuito e cooperativo para PC e celulares combinaria com a experiência da empresa no desenvolvimento e na monetização de jogos como serviço.
Modelo free-to-play levanta dúvidas sobre monetização
Como o projeto seria gratuito, algum sistema de monetização provavelmente estaria presente.
Entre as possibilidades estão itens cosméticos, trajes, armas visuais, passes de temporada e outras opções de personalização.
O principal receio seria a inclusão de mecânicas que afetem diretamente a progressão ou ofereçam vantagens em combate para quem gastar dinheiro.
Nenhuma informação concreta sobre microtransações, moedas virtuais ou passes foi divulgada até agora.
The Witcher já teve outros jogos para celulares
Essa não seria a primeira tentativa de levar a franquia para dispositivos móveis.
A CD Projekt já lançou The Witcher: Monster Slayer, jogo de realidade aumentada desenvolvido pela Spokko.
O projeto utilizava localização e câmera do celular para permitir que os jogadores encontrassem criaturas no mundo real.
Apesar da proposta diferente, o jogo não conseguiu manter uma base suficiente de usuários e teve seus servidores encerrados.
GWENT e Thronebreaker também chegaram ao mobile
Outras produções da franquia também receberam versões para celulares.
GWENT foi adaptado para dispositivos móveis, levando o jogo competitivo de cartas para um novo público.
Thronebreaker: The Witcher Tales também recebeu uma versão mobile, combinando narrativa, exploração e batalhas com cartas.
A empresa ainda lançou Roach Race, jogo mais simples inspirado na égua de Geralt.
Nenhuma tentativa mobile se tornou um grande fenômeno
Apesar desses lançamentos, a CD Projekt ainda não conseguiu transformar The Witcher em uma grande franquia no mercado de celulares.
Monster Slayer foi encerrado, enquanto GWENT e Thronebreaker permaneceram mais ligados ao público já interessado no universo.
Um RPG cooperativo com criação de personagens poderia representar uma tentativa mais ambiciosa de alcançar jogadores novos.
A força da marca e o formato free-to-play podem facilitar a entrada do público, mas a qualidade da monetização será fundamental para sua recepção.
Projeto poderia expandir o universo sem depender de Geralt
A criação de um bruxo próprio permitiria explorar diferentes histórias sem depender diretamente de Geralt.
O jogador poderia construir sua própria reputação, escolher escolas e participar de contratos inéditos.
Essa abordagem também ajudaria a mostrar como outros bruxos vivem, treinam e enfrentam monstros em diferentes regiões do Continente.
O universo de The Witcher possui espaço suficiente para várias histórias paralelas além daquelas apresentadas nos jogos principais.
Missões cooperativas podem seguir estrutura por sessões
Embora a estrutura não tenha sido detalhada, o jogo pode utilizar missões separadas por regiões ou contratos.
Os jogadores poderiam selecionar uma caçada, preparar os equipamentos e entrar em uma área ao lado de outros participantes.
Depois da missão, a equipe retornaria para uma base ou menu central para melhorar habilidades, equipamentos e poções.
Esse formato seria mais adequado para dispositivos móveis do que um mundo aberto contínuo do tamanho de The Witcher 3.
História ainda é um mistério
Além do período em que a aventura aconteceria, poucos detalhes narrativos foram divulgados.
Não se sabe qual ameaça motivará os personagens, quais reinos aparecerão ou se figuras conhecidas participarão da trama.
A presença de Geralt jovem também não foi confirmada, já que o personagem pode existir apenas como referência histórica.
Um jogo focado em personagens criados pelo público poderá apresentar uma narrativa mais flexível e adaptada ao formato cooperativo.
The Witcher 4 continua sendo prioridade da CD Projekt
Enquanto os rumores sobre o projeto multiplayer circulam, o desenvolvimento de The Witcher 4 continua avançando.
O novo RPG principal da franquia representa uma das maiores produções atuais da CD Projekt RED.
Por isso, é provável que o jogo cooperativo esteja nas mãos de uma equipe separada ou de um estúdio parceiro.
Essa divisão permitiria expandir a marca sem retirar recursos importantes do próximo capítulo principal.
The Witcher 3 também receberá novo conteúdo
A franquia ainda possui outros projetos planejados.
A expansão Songs of the Past, de The Witcher 3, está prevista para o próximo ano.
O conteúdo deve trazer os jogadores de volta ao RPG lançado originalmente em 2015, enquanto o quarto jogo continua em produção.
Com diferentes projetos em andamento, a CD Projekt parece preparar uma expansão significativa do universo nos próximos anos.
Informações devem ser tratadas como rumor
Até o momento, a CD Projekt RED não anunciou oficialmente esse RPG gratuito.
Também não confirmou a criação de personagens, o período histórico, as plataformas ou as mecânicas descritas pelo relatório.
Não está claro se as informações estão ligadas ao Project Sirius, à parceria com a Scopely ou a outro projeto ainda desconhecido.
Por isso, todos os detalhes devem ser tratados como rumor até que a empresa faça uma apresentação oficial.
Novo The Witcher pode apostar em uma direção inédita
Caso o vazamento esteja correto, o projeto será uma das experiências mais diferentes já produzidas dentro da franquia.
A criação de bruxos, o combate cooperativo e a combinação de habilidades de diferentes escolas podem oferecer bastante liberdade aos jogadores.
Ao mesmo tempo, o formato gratuito e a possível exclusividade para PC e celulares levantarão dúvidas sobre monetização, escala e profundidade.
Por enquanto, o suposto RPG cooperativo de The Witcher permanece sem nome, sem data e sem confirmação oficial.
Fonte: MP1st
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